quarta-feira, 22 de abril de 2009

MEU SOL!


Algo simples e delicado, assim como o seu sorriso. Meu tesouro, minha jóia rara. Para ti lhe entrego o mundo. Meu Príncipe, meu amor! Obrigado por estar comigo. (FELIZ ANIVERSÁRIO)

João Eduardo, filho amado!

O HIATO! NÃO DITADO




O hiato inter dito das celebrações passadas. O vento pesado carregado de poeira e percevejos. Um velho sorriso no rosto. E o característico ritmo blasé de viver a vida.-Bons dia Pai Tempo!Vim recomeçar

segunda-feira, 6 de abril de 2009

NIETZSCHE E O ESPELHO.


Eles não enxergam! Seus olhos só enxergam o que é agradável a eles.
Você sofre por eles. Eu lhe digo para esquecê-los. Seu tempo é além. O deles é o tempo das virtudes caídas e dos pequenos pecados. Eles caminham mendigando moedas de prata e pessoas perdidas. Você ao contrario, dança solitário sobre o campo da saudade. Você venceu a batalha da carne e hoje se delicia no banquete do corpo. Ontem você fechava seus olhos sobre a dor, mas hoje você a olha nos olhos e beija sua face. Eles não enxergam sua letra, nem sua luz. Mas não espere louros e aplausos de quem ainda tem os olhos voltados para os pés. Deixe-os passar. Sorria apenas e deixe-os passar. Você é o limiar. E por isso beijos seus lábios UBERMENSCH.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

SENSIBILIDADE


Me perdoe. Por favor, me perdoe. Não posso estar, tão pouco posso ser. Exija o corpo, exija o sangue, mas não me peça alma. Não me peça calma. Minha alma transborda, mas minha sede é sem fim! Por favor me perdoe!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

AVATAR


Esse é o meu sonho e também a minha alma. Ele devora leões e derruba gigantes.

SER LIVRE

Não, não quero falar sobre loucura. Quero falar sobre liberdade, QUERO GRITAR SOBRE LIBERDADE. (FIM)

terça-feira, 31 de março de 2009

IN VITA.


Beleza, alegria, bondade e inocência. Não preciso escrever mais nada. E tão simples que deixo escapar por entre meus dedos e sumir na poeira dos dias.

A DOCE SOBERBA.


Não foi um nascimento, foi uma queda. Fora à queda de um astro.Uma super nova, para ser mais exato. Por essa condição que havia passado ele sabia que estava destinado a algo maior. Não poderia ficar ali. Um leão em meio a ovelhas? Seu destino é querer sempre mais. A gloria das vitórias fora desenhada para ele não para os outros. O sol é o seu pai e a vida sua mãe. Abra seus olhos e caminhe pisando em homens!

PRIDE !


Sobre Diógenes.
Ele vivia dentro de um barril e possuía apenas sua túnica, um cajado e um embornal de pão. Conta-se que um dia Alexandre Magno parou em frente ao filósofo e ofereceu-lhe, como uma prova do respeito que nutria por ele, a realização de um desejo, qualquer que fosse, caso tivesse algum. Diógenes respondeu: Desejo que vá tomar no meio do cu!

segunda-feira, 30 de março de 2009

SAMSARA.


É sobre voltar, recomeçar. Sei que parece estranho.Talvez seja, mas isso se encaixa legal.Todo recomeço implica também despojamento, do pó ao pó. Chega de tentar explicar. Agora é respirar, só respirar e despertar.
Uma nova vida. Ou uma nova ilusão. Seja bem vindo!


SAMSARA- Sânscrito-devanagari: perambulação, pode ser descrito como o fluxo incessante de renascimento através dos mundos.

SOBRE O QUE NÃO DESEJAR.



Não me importa que dia é hoje. Nem quero que me importunem com esse detalhe. Hoje o mundo é apenas uma mesa de café. Faço questão de me preparar, quero que minha convidada perceba minha elegância. Não é todo dia que consigo uma audiência com essa Dama. Um bom café, na verdade faço questão de fazer a reserva no melhor café do bulevar.
Chego 10 minutos antes para garantir que tudo saia da maneira da qual quero que saia. A mesa, de baixo de um velho salgueiro já está posta, e da maneira que pedi. Entrego minha cartola e bengala a um garoto e me sento a sua espera. Mal eu havia sentado percebo que a minha convidada acabava de entrar sob o portal. Estava adiantada eu penso, não faz mal.
Ela se senta, com bastante beleza e delicadeza. Está mais linda do que a ultima vez que a vi. Seu vestido branco me transmite uma áurea de paz surpreendente Seus cabelos negros brilham sob os raios de sol da tarde.Tento disfarçar meu olhar de admiração, mas ela percebe. Ela faz questão de me encarar. E olhando nos meus olhos ela diz com bastante frieza e razão:
-Não é a sua hora, seu castigo ainda não findou. Eu sinto muito.
Mal tenho forças para lhe olhar nos olhos. Eu não sei perder. Levanto-me com pressa e tomo minha cartola e bengalas da mão do rapaz, não olho para traz. Não me interessa mais.
Saio correndo pelas ruas claras e cheias de gente do bulevar. As lagrimas saltam dos meus olhos. Não quero acreditar, não posso acreditar. Mais 100 anos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

O CÉU DE BAUNILHA


A doce fragrância da baunilha, Seu corpo bruto e ainda sem jeito anseia pelo sexo. Mas ela com seu olhar lhe domina. Ele quer, mas não se atreve a tocá-la. O leão faminto que habita em seu corpo se agita, mas logo se acalma com a presença dela. A fragrância vai lentamente dominando todo seu corpo e ele se entrega.

O QUADRO E O PROFETA!

Um jovem senhor de 85 anos me perguntou um dia; Em que local da alma ficava guardada a arte? E eu sem saber como responder disse: No seu estômago!

quinta-feira, 26 de março de 2009

SOBRE O CARVÃO E O DIAMANTE


Alegorias e entraves, formas e simetrias. Explosões e tiros. Sobre o que não era nada e derepente virou o tudo. Percebo agora que no principio era só um grão de areia e hoje se tornou força e lealdade. Muitas palavras mas pouco sentido. Mas não precisa. Realmente não precisa! Pois eu falo do nascimento de uma amizade e do que ela é hoje. Obrigado. Hoje eu sei que o carvão virou diamante!

UMA ALMA QUER SORRIR




Espero pela sua chegada. Ele logo vai chegar, meu coração já sente seus passos. Sua chegada faz minhas mãos tremerem. Seu nome é sol e ele vem beijar meu rosto. Sua alegria me faz cocegas nas pontas dos dedos. Sua esperança renova minha casa. Meu dia pode começar, já tenho uma alma!


CLARISSE E A ESTRELA !



Pobre e gentil Clarisse, seus sonhos em forma de estrela cairam dentro da fonte do esquecimento. O que sobra agora?

É SÓ PELA MANHÃ !




Um ruído fino e pequeno, quase como um sopro de vento. Um gosto de ferrugem na boca. Um velho cansaço nas costas. O mundo pesa, o poeta estava errado, ele pesa muito. Mas eles não deixam jogar o peso para fora. Gritar, mandar parar. Não pode. Eles não vão deixar. Eles nunca deixam. No final é isso mesmo, um velho e difícil cansaço. Vontade de gritar e não conseguir. Isso dói, dói muito. Ele quer gritar, Ele quer vomitar, colocar para fora. Arrebentar a corda no pescoço, rasgar com as unha sujas as roupas da comodidade, cuspir na cara da verdade.